Sindicato das Indústrias do Calçado e Vestuário de Birigüi
 
 
 
 

INFORMAÇÕES, DADOS E ESTATÍSTICAS
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O Pólo de Birigui
O Pólo de Birigüí está localizado na região Noroeste do Estado de São Paulo e distante 537 Km da capital. É constituído de aproximadamente 150 indústrias de calçados, que empregam em torno de 18 mil trabalhadores. Com uma produção em torno de 7 milhões de pares mensais, é chamada e reconhecida como o maior centro fabricante de calçados infantis no Brasil, pois cerca de 85% de sua produção é direcionada a esse público. Exporta 6,4 milhões de pares por ano
O Ambiente Industrial - A visão das grandes empresas
Lou Gerstner, presidente da IBM, diz que:
"o cliente está sempre certo, e escutar o cliente ajudou a colocar a IBM de volta ao cenário das grandes empresas".
Lawrence A. Weinbach, presidente da ARTHUR ANDERSEN & Corporation, afirma que: "as necessidades dos clientes não podem mais ser atendidas por meio de um sistema rígido e burocrático. Graças a sistemas de comunicação de ponta, o cliente hoje pode facilmente contratar serviços especializados em outros lugares. O mercado mundial forçou as empresas a colocarem o cliente no foco principal, com prioridade para a qualidade do atendimento.
No passado, a palavra qualidade existia muitas vezes apenas na propaganda. Hoje a qualidade deve ser algo palpável e mensurável. A qualidade deve ser como definido pelo cliente, e não só pela empresa. Na prestação de serviços, o cliente exige bem mais do que um produto qualquer, do tipo "se é bom para um, é bom para todos". O cliente define a qualidade, mas as necessidades do cliente mudam continuamente.
Mais do que nunca, o sucesso depende da capacidade tecnológica, criatividade, vontade e determinação em oferecer ao cliente soluções particulares. Caso contrário, a empresa é considerada inflexível e incapaz de adaptar-se às necessidades do mercado.
Na Arthur Andersen, a qualificação do pessoal é o ponto central da missão da empresa. Em 1994 foram investidos U$ 408 milhões, que representaram 6% do faturamento.
Este investimento transforma-se num argumento de venda muito poderoso. Uma equipe sem visões e valores comuns constitui um risco muito grande para uma empresa fraca, porque esta equipe atua de maneira desorientada, perdendo o enfoque no cliente."
Heinrich von Pierer, presidente da Siemens AG , considera que:
" A Concorrência Global está disciplinando as empresas e a política. As empresas encontram sobre o mercado globalizado cada vez os mesmos concorrentes. Sobre esse mercado existem produtos idênticos com preços
parecidos. Para obter vantagens e estar à frente desta concorrência, precisa ser mais eficiente e produtivo na cadeia dos processos de criação de valor dentro da empresa.
Deve-se escolher, no mundo, os lugares mais propícios para pesquisa, desenvolvimento, produção, compras e todos os outros elementos dessa cadeia.
Para assegurar o futuro, deve-se inovar e explorar áreas desconhecidas. A intensidade da inovação de uma empresa depende principalmente da competência e criatividade dos colaboradores.
Para isso, a Siemens utiliza o Design to Cost, que significa incluir os clientes no processo do desenvolvimento e determinar em conjunto quais são as características do produto ( ou do serviço ) que eles realmente precisam e que preço eles estão dispostos a pagar. Em outras palavras, determinar se a relação entre preço e valor do produto (ou do serviço) para o usuário é adequada.
Uma pré-condição para o Design to Cost ocorrer é de diagnosticar e redefinir o perfil do cliente e depois a cadeia completa de criação de valor.
Nesse contexto, inicialmente, ocorreu a reação contrária dentro da empresa: "isto não pode ser feito".
Para quebrar esta resistência contra mudanças dentro da Siemens, foi selecionado um time reduzido de especialistas desenvolvedores, extraídos do seu ambiente usual. Retirados da influência restritiva, este time obteve sucesso.
Uma inovação tem sucesso somente com base na rapidez da sua aplicação.
A competição pela inovação não pára. A única direção é para frente, mas cada vez mais rápido. "Time to Market" é o novo paradigma.
Time to Market - é o tempo despendido desde o surgimento da idéia inicial no marketing, passando pelo desenvolvimento de um produto até sua entrega ao cliente.
Somente um time reduzido (não uma organização anônima) pode realizar isto, com paixão, competência e capacidade de obter consenso. Este time precisa de um líder com determinação e vontade de vencer. Como no esporte, a rapidez decide !
O desenvolvedor deve incluir neste processo: os clientes potenciais, a venda e a produção.
A integração das idéias e das atividades, assim como um clima inovador dentro da empresa, combinado com "senso de urgência", são a base do sucesso."
Kun-Hee Lee, presidente do Grupo Sam-Sung , assim se expressa:
"até hoje, a idéia era de que o passado determinava o presente. Porém, o "presente" do século XXI será determinado em função do futuro.
Da mesma maneira o gerente clássico se preocupava principalmente com a administração do patrimônio e com o passado. Agora, eles devem estabelecer estratégias para o presente e para o futuro.
O desempenho desses gerentes era restrito a ficar ruminando ações do passado, o que quer dizer que para planejar o futuro eles utilizavam experiências do passado.
O enfoque sobre a qualidade será, na minha opinião, uma das características maiores da gerência.
Produtos defeituosos são como câncer. Se não tratado no estágio inicial, eles conduzem a empresa à morte.
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